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Outros Pensamentos
01- “O atrativo especial de
minha alma é amar Jesus Cristo pobre, de amá-lo nos pobres.” (Pág. 93 § 3°,
5ª linha)
02- “(...) retribuam o mal pelo bem. É preciso isso para ser cristã. E se
quiserem ser a honra das boas cristãs, é preciso que sua piedade seja
amável.” (Pág. 117 § 2º, 24ª linha)
03- “(...) em vista de Deus que ama as almas.”
(Pág. 140 § 3°, 5ª linha)
04- “Fundador e Fundadora estão no céu e velarão por nós com amor.” (Pág.
151 § 3°, 2ª linha)
05- “(...) É preciso não procurar agradar ao mundo por vã glória; mas é
preciso ser amável para fazer estimar o Santíssimo Sangue de Nosso Senhor
Jesus Cristo. Quando se puder, sem ofender a Deus, é bom evitar desagradar
ao mundo para ganhá-lo a Jesus Cristo.”
(Pág. 187, Nota 91, 3ª linha)
06- “Suportemos a provação, minhas filhas, dizia-lhes Mère Poux...” (Pág.
197 § 2°, 7ª linha)
07- “Coragem, minhas filhas: o bom Deus nos estende a mão, é evidente. Mas
não façamos nada que possa desviá-la. Esforcemo-nos para fixar sobre nós e
sobre a Congregação o olhar de Deus.” (Pág. 198 § 1°, 21ª linha)
08- “Nós também, minhas filhas, façamos bem nossos sacrifícios. Sejamos
inabaláveis na nossa resolução de ser totalmente consagradas a Deus, de
fazer sua obra com zelo. Deus disse: ‘Eu serei vossa grande recompensa’.”
(Pág. 204 § 1°, 7ª linha)
09- “Vejam, minhas filhas, como o bom Deus as quer (...). Ele tem pressa de
vê-las no labor.” (Pág. 214 § 2°, 6ª linha)
10- “Isto deve encorajar-nos, acrescentava ela, porque, mesmo neste mundo a
recompensa é proporcionada ao sofrimento. É preciso, dizia ela, o sacrifício
de si mesma...” (Pág. 215, 6ª linha)
11- “Acreditariam vocês, disse-lhes ela, um dia, (...), que eu fiquei muito
tempo, oh! muito tempo lutando para passar um mês sem me impacientar?” (Pág.
215 § 1°, 9ª linha)
12- “(...) para obter, diz-lhe ela, que encontremos um lugar onde possamos
fazer o bem, aquele que Deus marcou desde toda a Eternidade.” (Pág. 233 §
1°, 9ª linha)
13- “Veremos. Que cada uma esteja pronta para a obediência: é o bom Deus
quer.” (Pág. 248 § 5º, 4ª linha)
14- “(...) temos nova razão para sermos fervorosas no silêncio, no
recolhimento, pelas graças com que o bom Deus nos cumula.” (Pág. 269 § 2°,
3ª linha)
15- “Aplicando-vos com todo o vosso ardor às solicitudes da educação,
dizia-lhes ela ainda, não procureis que a estima pública recompense vossa
dedicação, nem que as famílias confirmem, por sua gratidão, a das crianças.
A ela tendes direito; mas se vós a tiverdes, recebei-a como a um acréscimo.
Não a busqueis como um fim. Nosso fim é ganhar almas a Deus por meio da
ciência.” (Pág. 271 § 2°, 6ª linha)
16- “Minhas filhas, disse-lhes ela, sigam meu conselho. À noite, antes de se
deitarem, levantem os braços em cruz: essa atitude atrai os olhares de Deus.
E para a prosperidade da Congregação, digam alguns Pai-Nossos. Ou
prostrem-se por terra e reconheçam o seu nada e repitam três vezes: ‘Que
meus pecados, Senhor, não impeçam o curso de vossas bondades sobre Sião!
Fazei que possamos construir os muros de Jerusalém’.” (Pág. 273 § 1°, 2ª
linha)
17- “Pouco importa, tudo pode servir. (...) Tudo o que se oferece a Deus com
o desejo de Lhe ser agradável, conta certamente...” (Pág. 276 § 2°, 5ª
linha)
18- “(...) um pequeno indispensável (...) vejam, disse ela, é preciso, com
nossos deveres de estado que são verdadeiras penitências, gravar em nossos
corpos alguma coisa da Paixão...” (Pág. 276 § 3°, 2ª linha)
19- “(...) Precisamos de Nosso Senhor para agradecermos dignamente.” (Pág.
279 § 1°, 18ª linha)
20- “(...) Tomem cuidado com o demônio dos afazeres: é um astucioso que nos
arruína pelo vão prazer ou pelo desgosto ou pela dissipação. Não dêem
ouvidos ao zelo do temperamento: moderem-no pela obediência.”
(Pág. 286 § 4°, 6ª linha)
21- “(...) Vocês são as primeiras vítimas que Deus escolheu neste lugar.
Sejam inteiramente vítimas: Entrem bem neste espírito.” (Pág. 289 § 4°, 5ª
linha)
22- “Era um ato de caridade fraterna que se transformaria num ato contrário,
hoje que sua comunidade se restabelece.” (Pág. 323 § 5°, 5ª linha)
23- “Que a Vontade de Deus seja feita!”
(Pág. 325 § 4°, 5ª linha)
24- “Minha filha, disse Mère Saint-Michel, é preciso que nos levantemos e
levemos alguma coisa a esse infeliz; é o mesmo que levá-lo a Nosso Senhor.”
(Pág. 329 § 3°, 7ª linha)
25- “Não nos atribuamos nada. Os santos trabalhavam, às vezes, muito tempo
sem êxito. Se eles o obtinham, não o atribuíam a si mesmos; e a prosperidade
é mais fácil a sustentar do que a obter. Confiemo-nos ao bom Deus. (...)”
(Pág. 333 § 2°, 6ª linha)
26- “Minhas irmãs, observou Mère Poux, espero que esse exemplo seja mais
proveitoso do que todas as minhas exortações.” (Pág. 337 § 2°, 7ª linha)
27- “Senhor, replicou Mère Poux, era natural voltar-se para Deu.” (Pág. 344
§ 1°, 10ª linha)
28- “Oh! sim, minhas filhas, estamos numa terra santa! Mas não é o lugar que
faz os santos.” (Pág. 358, 1ª linha)
29- “Eis que novembro já começou e eu prometi à Irmã Elisabeth de passar com
ela uma parte do inverno. Vocês compreendem que uma mãe deve se dedicar
especialmente ao berço mais jovem...” (Pág. 368 § 2°, 2ª linha)
30- “Aquele que espera em Deus não será jamais confundido! Jamais!” (Pág.
371 § 1°, 8ª linha)
31- “(...) Enfim, Deus se serve de tudo para chegar a seus fins...” (Pág.
374 § 3°, 4ª linha)
32- “A religião é a base da nossa educação. Seu estudo tem por fim fazê-la
estimar e tornar amável a sua prática.”
(Pág. 387 § 1°, 3ª linha)
33- “As mestras devem conduzir aos cimos mais elevados da instrução as
alunas cujos pais o desejam e que, para isso têm bastante inteligência; mas
a todas elas devem inspirar, sem cessar, o amor à vida de família e ao
próprio lar, tão necessário a uma mulher, qualquer que seja a sua
condição...“ (Pág. 387 § 3°, 2ª linha)
34- “Não é preciso procurar sempre agradar ao mundo, mas nem sempre também
desagradá-lo, para ganhá-lo a Jesus Cristo.” (Pág. 388 § 3°, 1ª linha)
35- “Lembrem-se bem que (...). Assim, tenham um coração de mãe que prevê e
previne os menores males e é atento a tudo o que se refere ao físico das
alunas...”
(Pág. 392 § 1°, 1ª linha)
36- “(...) progredir nas ciências e nas aptidões, no estudo prático dos
métodos e diretórios, no estudo prático dos caracteres e o proveito que
disso se pode tirar.”
(Pág. 392 § 5°, 1ª linha)
37- “É preciso esclarecer e cultivar o espírito mais do que sobrecarregar a
memória.” (Pág. 393 § 3°, 2ª linha)
38- “Orientem as aptidões. (...) o bom Deus as dá – mesmo as paixões – a fim
de que elas se transformem para Sua glória.“ (Pág. 393 § 3°, 10ª linha)
39- “Não nos acontece, vinte vezes ao dia, diz-lhes ela, ter ocasião de
sermos indulgentes para com os defeitos de nossas alunas? Compreensivas para
com os ímpetos que lhes escapam da irreflexão e da fantasia? Mansas nas
próprias correções? Não devemos nós, como o Deus das misericórdias, curar
com uma das mãos quando ferimos com a outra? (...) Esse trabalho é difícil,
mas não é somente nosso: é de Deus conosco.” (Pág. 394 § 2°, 2ª linha – todo
§)
40- “Ganhemos os corações de nossas alunas. (...) E se vocês souberem
conquistá-las ao ponto em que elas não temam, de modo algum sua presença;
que suas atitudes, com vocês, sejam sinceras; que elas lhes peçam
simplesmente seus conselhos em algumas ocasiões importantes, oh! alegrem-se!
vocês estão em via de conquista para Jesus Cristo. Então sejam prudentes e
não aconselhem nada além daquilo que as conduz à vida seriamente cristã.”
(Pág. 394 § 3° todo)
41- “É necessário que vocês se lembrem de que precisamos de muita prudência
e de discernimento para repreender, para encorajar oportunamente (...) sem
resultado para reparar o mal, feito ao coração magoado de uma jovem.”
(Pág. 395 § 1°, 2ª linha)
42- “Sob o pretexto de modéstia, declarou ela, não se pode recusar a
ciência. A instrução nos aproxima de Deus. Mas se o objetivo da instrução é
formar espíritos, o da educação é formar o coração. A boa educação não está
toda nas belas maneiras. Mas sua natureza é a fé dirigindo nossa conduta, a
caridade dilatando nosso coração.” (Pág. 395 § 3°, 7ª linha)
43- “Evitem os carinhos exagerados. A regra os proíbe, a modéstia os
interdita e a prudência a isso se opõe. Porque o demônio penetra por aí,
cedo ou tarde; em todo caso, ele intercepta as graças das quais as
superioras e as diretoras podem ser as depositárias para suas filhas
espirituais.“
(Pág. 397 § 1°, 6ª linha)
44- “Deus, diz-lhes ela, não chama todo mundo e mesmo não aceita todo mundo.
Quantas pessoas desejam oferecer-lhe sua vida, sua saúde, pedindo-lhe essa
graça em constantes orações e Ele as deixa no mundo. E nós, que nada
merecemos, que temos talvez desmerecido, Ele nos chama, e é uma grande graça
poder oferecer-lhe alguma coisa...”
(Pág. 404 § 1°, 3ª linha)
45- “Num jovem Instituto, a fé precisa ser mais viva; a humildade mais
profunda; renúncia, mais completa; a pobreza, mais austera; a caridade deve
ter atenções mais afetuosas; o espírito de sacrifício deve aí crescer como
em seu próprio terreno. ‘Se o Senhor não constrói a casa, em vão trabalham
os que a edificam’.” (Pág. 404 § 3°, 2ª linha)
46- “(...) todos os seus membros devem crucificar os seus sentidos, suas
inclinações, suas paixões por amor de Jesus Cristo, seu Esposo, a quem
olharão como modelo, o motivo e o termo de suas ações (...) e de qualquer
outro motivo humano.” (Pág. 406 § 1°, 9ª linha)
47- “Penetradas de estima por sua santa vocação, as religiosas aplicar-se-ão
em adquirir a perfeição (...) para sofrer, agir e rezar como esse doce
Salvador de suas almas!” (Pág. 406 § 2° - todo)
48- “Minhas filhas, exclamava ainda Mère Poux, felizes aquelas que agem para
agradar a Deus! Bem mais felizes são as que fazem suas ações porque essas
agradam a Deus. É o verdadeiro amor. Algumas vezes temos necessidade do
temor e do amor; mas, os santos todos foram animados pelo motivo de agradar
a Deus. Nosso Senhor Jesus Cristo procurou constantemente este beneplácito
divino. Imitemos este bom Mestre. Sim, a Deus nossas obras, nossas
privações: não busquemos senão a Ele. Buscar outra coisa não é, realmente,
buscar a Deus só.“ (Pág. 406 § 3°)
49- “(...) porque é a bondade que ganha os corações.”
(Pág. 407 § 2°, 6ª linha)
50- “Esse voto (...) dizendo: ‘Meu Pai, eis-me aqui! É essa a disposição de
uma (...). Rezem para que elas não cometam pecados graves, para que
aproveitem da educação que se lhes dá.” (Pág. 407 § 3°, 3ª linha – todo)
51- “Não devemos considerar nossas funções como sendo um trabalho honroso
(...). Nossa vocação é uma missão santa dada pelo próprio Deus que quis nos
associar à obra da Redenção. (...) Com simplicidade, orientem suas idéias
para o belo, o bem, a sólida virtude, a verdadeira bondade.”
(Pág. 408 § 1° todo)
52- “Com espírito de fé, é preciso ver as almas antes de tudo e acima de
tudo. Ver Jesus Cristo nas crianças que educamos (...). Um de nossos mais
sérios deveres é o de fazê-lo crescer nas alunas; sugerir-lhes a cópia de um
traço particular de Cristo, escolhido segundo o seu temperamento...” (Pág.
408 § 2°)
53- “A carreira do ensino é uma carreira de dedicação. Impõe a quem a ela se
destina uma caridade ardente, um trabalho perseverante, a própria abnegação
do talento, porque é preciso saber, quando a obediência o pede, resignar-se
a aplicar-se sem brilho e nas mais humildes funções.”
(Pág. 109 § 2°, 2ª linha)
54- “É preciso o discernimento que previne contra o próprio zelo; esse
discernimento pode chamar-se humildade. É preciso ter a medida em tudo: nas
inclinações e para excluir os excessos.” (Pág. 409 § 5°, 2ª linha)
55- “As religiosas terão, ao mesmo tempo, um coração de virgem, pela pureza;
um coração de mãe para com as crianças que lhes forem confiadas, e a
solicitude dos Anjos, pois que elas são os anjos tutelares de suas alunas.“
(Pág. 409 § 6° todo)
56- “Com as (...) quero dizer: a fé prática na renúncia, na obediência, a
fidelidade à vocação aos votos.“
(Pág. 411 – 10ª linha)
57- “... buscará em Nosso Senhor, as luzes, a paciência, as forças de que
precisa.”
(Pág. 411 § 2°, 8ª linha)
58- “Que a mestra não se surpreenda quando encontrar algumas que tenham
muito a combater; que ela lhes inspire coragem e esperança. Se essas forem
bem ajudadas, elas se tornarão mais perfeitas do que aquelas que entrarem
inocentes. (...) Que a mestra das noviças lhes ensine logo isto: perder seu
tempo a remoer sua queda é orgulho e leva ao desânimo. Isto pode se tornar
pior do que a primeira falta.“ (Pág. 412 § 2°, 5ª linha)
59- “Penetrem-se bem do espírito de fé, recomendava ela. É preciso
reavivá-lo no início de seus atos, da oração particularmente; penetrar-se
dele no momento da dificuldade, do combate contra si mesma e contra todo
obstáculo à virtude. É preciso vivificar esse sopro celeste nas nossas
relações com o próximo, abordando, tratando com nossos superiores.” (Pág.
413 § 2°, 3ª linha)
60- “É preciso dizer a Deus, em todo tempo: que vossa vontade seja feita!
Vós sois nossa esperança.”
(Pág. 413, § 3°, 1ª linha)
61- “Não nos gloriemos de nada. Devolvamos a Deus todo louvor. Os santos
nunca atribuiram o êxito a si mesmos.“
(Pág. 414 – 3ª linha)
62- “Um pouco de orgulho, de negligência, de relaxamento na disciplina, e a
graça se afasta. (...) Felizmente, o bom Deus não nos pede outra coisa senão
a perseverança, nesse trabalho.” (Pág. 414 § 1°, 2ª linha)
63- “A perfeição está
também na igualdade de humor na diversidade dos acontecimentos, na
multiplicidade das ocupações e das agitações. Está também na obediência
simples e pronta em meio às dificuldades e às repugnâncias. (...) Não
procurem a perfeição onde Nosso Senhor não a colocou (...) que escolhe o
menor para deixar-lhe o melhor, sem que isto seja notado.” (Pág. 414 § 2° -
todo)
64- “(...) O orgulho está encarnado em nós. Entretanto, em qualquer coisa
que façamos, devemos visar a nos humilhar. Isso atrairia os olhares divinos
e Jesus se glorificaria em nós. É o único meio eficaz de fazer chover sobre
nós sua graça e de agradecer-Lhe pelos opróbrios que sofreu por nosso amor.”
(Pág. 414 § 3°, 4ª linha)
65- “(...) jamais se assustar com os próprios defeitos. Esse susto,
esclarecia ela, provém da ignorância de nossa fraqueza e a perturbação que
dela resulta vem do orgulho.”
(Pág. 415 § 1°, 1ª linha)
66- “Minhas Irmãs, no trabalho de nossa reforma, não tenhamos medo da luta.
É preciso recomeçar todos os dias a se vencer, a morrer a si mesma, porque a
natureza nos leva continuamente a nossos hábitos mais ou menos fáceis. (...)
Não somos chamadas a uma devoção mole, fraca, sensível, mas (...) elevada.”
(Pág. 415 § 1°, 5ª linha – todo)
67- “Minhas Irmãs, dizia Mère Poux, vão diretamente a Deus na abnegação.
Façamos bem nossos sacrifícios.”
(Pág. 415 § 2°, 1ª linha)
68- “(...) Elas as sobrecarregam, às vezes, mas paciência! (...) e, além
disso o mérito é proporcional ao peso e ao calor do dia. É ainda preciso
sofrer as provações de dentro e de fora. Essa fidelidade é a resignação;
(...) será recompensado por uma eternidade de glória.”
(Pág. 415 § 2°, 4ª linha – todo)
69- “(...) Façamos muitas práticas; e aliás, ela confiava: ‘Para mim, as
práticas mais custosas consistem em repreender ou pedir alguma coisa
penosa’.” (Pág. 416 § 2° - todo)
70- “Nada mais fácil que tomar resoluções. Mantê-las é outra coisa. (...)
Mesmo fazendo um ato de virtude, sente-se a própria fraqueza. Não há ainda a
virtude, mas o ato, o que já é precioso (...) por nossas filhas, pelas almas
do purgatório.“ (Pág. 416 § 3° - todo)
71- “(...) Que diriam vocês de uma pessoa que, querendo se enriquecer, desse
alternadamente, aqui, um golpe com enxadão; lá, um outro com a clava e assim
acalentasse a esperança de que, tendo se agitado muito, teria ganho muito.
(...) Vocês aconselhariam essa pessoa a empreender uma indústria. E eu
também recomendo- lhes a indústria da caridade, da delicadeza, da
regularidade, da mansidão. E contém bem suas práticas!” (Pág. 417 § 1°, 10ª
linha)
72- “Quem vive pobremente, vive menos segundo a natureza, dizia ela. Sejamos
fiéis nas privações inseparáveis da pobreza: é uma preciosa colheita. Que
reinem a santa pobreza, o santo desapego e que nenhuma Irmã se considere
proprietária nem da roupa a seu uso nem da que ela trouxe nem tão pouco de
qualquer outra coisa!”
(Pág. 417 § 2°, 9ª linha)
73- “Uma Irmã piedosa, mesmo fervorosa explicava a Fundadora, pode cometer
uma falta bastante considerável para com as alunas, ou para com as Irmãs ou
a superiora. Aquela que é testemunha do fato, deverá calar-se? (...) há mais
humildade e garantia de correção numa advertência recebida do que numa
acusação bem detalhada. (...) É necessário ser Irmã em Jesus Cristo ou,
então, não ficar em religião.“ (Pág. 421 § 2° - todo)
74- “(...) Não desaprovar nem repreender se não tem obrigação de fazê-lo;
para aquela que é repreendida: Pegar nosso coração com as duas mãos para nos
alegrarmos interiormente quando somos desaprovadas.”
(Pág. 422 § 1°, 2ª linha)
75- “Às vezes, se diz: Não sei o que fazer diante de Deus. É que, então,
deixa-se dormir sua fé. Há, entretanto, tantas coisas a pedir-Lhe e a louvar
n’Ele!” (Pág. 422 § 3° - todo)
76- “Um ofício mal salmodiado não dá glória a Deus: um ofício precipitado
entristece os Anjos e mal edifica aqueles que o ouvem.” (Pág. 422 § 4°, 3ª
linha)
77- “É, dizia ela, o tempo de repetir: Meu Deus, venha a nós o vosso Reino!”
(Pág. 422 § 6°, 3ª linha)
78- “(...) Que a prática da confissão não seja uma rotina. (...) Pensem em
dar reparação à glória de Deus, em aplacar a sua justiça; (...). Às almas
resta apenas sofrer o que é indispensável para a aplicação de seus méritos.”
(Pág. 423, 1ª linha – todo §)
79- “(...) a união dos corações (...) as Irmãs não tenham senão um só
coração e uma só alma. É, para sempre, o bem mais precioso. É o primeiro elo
de nossa união a Jesus Cristo. Se se cultiva esse tesouro, todos os outros
serão dados por acréscimo.” (Pág. 426 § 6°, 3ª linha)
80- “Nós somos Irmãs dos Santos Anjos, dizia ela às suas filhas, e, como
eles, não deveríamos ver senão a Deus. E, aqui na terra, só se vê Deus com
os olhos da fé. A vida de fé, dizia-lhes ainda, faz cumprir o que os Anjos
fazem no céu: adoração, submissão, louvor e intercessão.“
(Pág. 429 § 4°, 5ª linha)
81- “Olho-a com prazer pois ela pertence a meu Pai celeste. Ele ma
ofereceria se fosse útil(...) no outro mundo.” (Pág. 430 § 1°, 5ª linha –
todo)
82- “Caminhemos sempre em espírito de fé e o bom Deus disporá os corações a
nosso favor.” (Pág. 431 § 2°, 9ª linha)
83- “Não façam caso do aplauso dos homens. Tenham em Deus, uma confiança
filial. Abandonem todo êxito, toda contrariedade à Providência.” (Pág. 431 §
3° - todo)
84- “Minhas filhas, dia virá em que seremos apresentadas diante do Eterno
Soberano. Então, a ‘toilette’ não será suficiente: será preciso a inocência.
As flores não serão necessárias, mas, os frutos das virtudes.”
(Pág. 432 § 2°, 4ª linha)
85- “Isso pode obter, assegurava ela com um sorriso, que os novos Balaãos,
como o antigo, abençoem o povo de Deus, ao invés de o amaldiçoarem.” (Pág.
433 § 5°, 3ª linha)
86- “Trata-se, minhas filhas, de corresponder aos desígnios do céu; de minha
parte, nada me poderá deter.”
(Pág. 438 § 1°, 9ª linha)
87- “(...) Lembrem-se muitas vezes da afeição que Nosso Senhor Jesus Cristo
tinha pelas crianças e apliquem-se, com zelo, a esclarecer o seu espírito, a
formar seu coração, procurando fazer conhecer e amar a religião. (...) Ele
as quer apóstolas.” (Pág. 446 – Nota 203)
88- “(...) Nós nos aproximamos de Deus, pela humildade. Quanto mais perto
dele estivermos, maior bem poderemos fazer às almas. (...) Por isso mesmo
não recebem a graça que faz frutificar.” (Pág. 446 – Nota 204 § 1°)
89- “Quanto mais se está próximo de Deus pela santidade da vida, mais se
recebem luzes e graças. (...) Só essa consideração é bastante para nos fazer
compreender que o orgulho é uma mentira feita a nós mesmas.”
(Pág. 446 – Nota 204 § 2°)
90- “Minhas filhas, um grande sábio compreende com facilidade que há uma
infinidade de coisas que ele não sabe e não saberá jamais (...). A
humildade, a confissão sincera de que nada somos, dar-nos-ia um pouco de
inteligência, (...) por pedir um pouco de humildade.” (Pág. 447 § 1°)
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